Bettynews...*!* Moda fashion, novidades, criatividades...

Mais um blog meu, mas esse foi feito especialmente para dar dicas de moda, acessórios, novidades,,,enfim,,,coisas que fazem a minha cabeça...todos sabem que o mundo fashion é mais uma de minhas paixões...

domingo, 23 de janeiro de 2011

Bolsa infantil


Postado por Elizabeth Eifert às 08:13 Nenhum comentário:

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Decoração infantil "fazenda"....













Postado por Elizabeth Eifert às 14:31 Nenhum comentário:

Minhas bonequinhas...


Postado por Elizabeth Eifert às 14:26 Nenhum comentário:
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Quem sou eu

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Elizabeth Eifert
Eu sou assim...uma menina poetisa e sonhadora...vivo cada instante como o último...amo as pessoas...admiro quem é feliz e compartilha sua felicidade. Tudo que quero é que o mundo viva em harmonia...tudo seria melhor se facilitássemos as coisas... a vida é tão simples e perfeita em suas pequenas imperfeições... Sou assim...quem quizer que me siga...
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pense nisso!!!!

" A mente humana, uma vez ampliada por uma nova idéia, nunca mais volta ao seu tamanho original." Oliver Wendell Holmes, poeta
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Intimidade...por Elizabeth Eifert


Contemplam-se sós....aquelas duas almas
inquietas...E quase incomodadas. Tímidas pelo desconhecimento mútuo.Silenciosas
se miram. O olhar é o único canal antes que os gestos se evidenciem. Conquista
iminente...Provável afeição. mas as palavras se recusam a surgir. Sinfonia de
emoções, orquestradas por sentimentos.
Como pode um simples gesto surgir de
forma tão avassaladora e quebrar toda essa marezia? Assim os lábios se tocaram e
um beijo os tornou cúmplices. O que antes era timidez, agora revela intimidade.
O que antes era intenção transformou-se em atitude.


Sonhar é viver...!!!!!!

Sonhar é viver...!!!!!!

A grande questão...por Elizabeth Eifert

EM ESPECIAL MOMENTO DE INDECISÃO
COUBE AOS CÉUS UMA DÚVIDA
SERIA, PARA SI, MAIS IMPORTANTE
O ACONCHEGO MORNO DO SOL ENVOLVENTE
OU O MISTERIOSO BRILHO DO ALVO LUAR?
ENTÃO O CÉU PERGUNTOU ÀS ESTRELAS
E ELAS DEFENDERAM A LUA
“ SEM ELA NÃO EXISTIRÍAMOS,
POIS NOSSO BRILHO É O SEU REFLEXO “
ENTÃO O CÉU PERGUNTOU ÀS NUVENS
E ELAS DEFENDERAM O SOL
“ SEM ELE NÃO EXISTIRÍAMOS,
POIS É O SEU CALOR QUE EVAPORA OS RIOS “
ENTÃO O CÉU PERGUNTOU À CHUVA
E ELA DEFENDEU O LUAR
POIS NÃO LHE COUBE DEFENDER
SEU MAIOR RIVAL
ENTÃO O CÉU PERGUNTOU AO VENTO
E ELE FOI IMPARCIAL:

“ O SOL E A LUA NÃO COMPETEM,
NEM SEQUER DIVIDEM O CÉU.
ENQUANTO O SOL REINA ABSOLUTO,
A LUA DORME EM SONO LEVE E TRANQÜILO.
E, QUANDO ACORDA, O SOL SE PÕE,

CURVANDO-SE À SUA MAGNITUDE “




beth

beth

Desilusão...por Elizabeth Eifert

Por ser impossível
Não se permitiu
Cair no esquecimento.
Antes não fosse
Saindo por vezes
Da memória dolorida.

A distância fere
A proximidade falta
Não ter é como morrer.

O silêncio contamina
Emite sons que ferem.
Por sequer ser ouvida
A voz não sai
Esforço inútil.
Lutar contra o certo
Nadar de encontro à maré.
O que é, é.
Fazer o que?
Está escrito.

Vontades além das suas
Dominam como leões famintos.
Combater a que?
A certeza?
Sem chances
A derrota é uma sina.

Que uma brisa tempestuosa
Varra de mim
Tamanha amargura
E me faça enxergar
Além da desilusão.


Para longe de mim...por ...Elizabeth Eifert

Para que gostar
Se acarreta perdas
Se queima fundo
E dói o tudo?

Essa besteira
Que absorve energia
Consome o corpo
E detona a alma

Amar total
E receber o nada
A indiferença
O fim da picada

A liberdade
De sentir o final
Do tormento
Nunca aparece

Poder voar
E respirar
E caminhar
E viver
É a utopia

Mas nunca chega
Nunca chega
Chega...!

Socorro
Joguem a corda
É frio aqui
Na solidão da alma
Alguém...
Que corresponda
Minha aflição

Não sentir
É meu ensejo
Minha meta
Meu desejo

O causador
De tanto mal
Desapareça
E torne o difícil
Facilitado

Longe de mim
Viver essa sina
Este desalento
Que corrói as veias
E queima o sangue

Não se espante
Se o sentir
Não mais me habita
E o que vivo
Agora grita
A todos os ventos:

“Para longe de mim,
Sentir o tudo
E viver o nada
E querer o sempre
E só ter o nunca
Pedir o constante
E ganhar a distância
Obter a vontade
Sem ser satisfeito”

Para longe de mim
Que se vá todo o caos.



Mergulho...por...Elizabeth Eifert

Num mergulho
INCONSCIENTE
O olhar aterrissou
em território
PROIBIDO.

O retorno não era
POSSÍVEL
Nem a força
SUFICIENTE.

Barreiras erguidas
separaram o
SONHO da RAZÃO.

Um caminho
TORTUOSO
confundiu a
CONSCIÊNCIA.

Nem a FORÇA
Nem a LUTA
Nem a RAIVA
Podiam pagar o
RESGATE.

Grades brotaram
do CHÃO e
amarraram
SENTIMENTOS.

A ALMA se viu
envolvida em
FERIMENTOS
que atingiram o
CORAÇÃO.

Quando dói
o PEITO,
dói a alma.
Quando dói
a ALMA,
cai a LÁGRIMA.

Quando cai
a LÁGRIMA,
O choro machuca.

Nada arde mais
que a FERIDA
da DESILUSÃO.

A brisa,
antes leve,
agora arranca
PEDAÇOS.

O SILÊNCIO
incomoda a
SOLIDÃO.

“ Pediu para
ter o olhar
de volta,
mas não
pôde pagar
o resgate,
pois a
exigência
era o
ESQUECIMENTO “



Anjo Lindo...por...Elizabeth Eifert

Fecho os olhos
e tudo que sinto
é um desejo intenso
de sentir a tua presença
e me perder em você.

Sua voz de anjo
suas palavras suaves
fazem o tempo
passar correndo
quando falo contigo.


Você apareceu
como um sonho.
Encantou-me
com seu jeito.


Trouxe a mim
uma nova energia.
Me faz sorrir
com sua alegria.


O que você tem
que me faz
sentir assim?
Qual o seu segredo?
Qual o truque
de tanta beleza
e simpatia?


Me sinto flutuar
com seus olhos
misteriosos
e teu sorriso
intenso e sonhador.

Como queria
poder sentir
você perto de mim
seu abraço
seu beijo
seu carinho.



Tudo em você
é para mim
encantador.

Sonho contigo
e fecho os olhos
para senti-lo.



Anjo lindo
um dia ainda
conquisto
esse teu
belo sorriso.

Enfoque...por Elizabeth Eifert


Mastigue as lembranças

Do inacessível

Pois não há como

Esquecer o inesquecível.



Morfine a ferida abafada

Que cresce a cada pensamento

Transforme-a em uma rajada

A ser varrida pelo vento.



Apagar é impossível

Tente encobrir o que passou

Mesmo que tudo foi incrível

Agora o incrível se acabou.



O olhar analisa de relance

A vontade é barrada pelo proibido

O que está perto, não está ao alcance

E o querer, pelo poder é impedido.



A vida segue o caminho

O rumo perde o enfoque

Por sentir-se tão sozinho

Acabam as lágrimas do estoque.



Estar só não explica a solidão

É ser obrigado a tal sentimento

Tendo que afastar do coração

O que não sai do pensamento.



Tudo o que é momento

Dura tempo suficiente

Para ser um tormento

Quando sai do presente

E do futuro

Para virar esquecimento.



Mas como esquecer

O que é inesquecível?

Melhor não pensar

E mudar o enfoque.


Casual...por...Elizabeth Eifert


Não sei como foi,

nem por que,

nem quando.

mas chegou

arrasando.



um show.

minha vida,

de incolor

passou a

arco-íris

num piscar

de olhos.



como pode

num corpo

tanta perfeição,

numa mente

tanta sabedoria,

e num coração

tanto carinho ?



uma doçura

que não tem fim.

uma atenção

que arrepia.

uma beleza

que contagia.

tudo isso

só para mim.



pensei que fosse

impossível

tanta magia

em um encontro

tão casual.


viva a vida sem ter pressa....

viva a vida sem ter pressa....

Adolescência...por...Elizabeth eifert

Parecia um labirinto. De emoções. Não sabia se ria ou se chorava. Até poderia sorrir, mas uma lágrima brotaria de meus olhos.

Era estranho. Eu queria pular, vibrar e cantar. Mas ficava parada, olhando para um ponto fixo no chão. E, de repente, esse ponto fixo não era mais assim. Ele se movia. Eu ficava tonta e quase caía.

Sentia-me saudável e ao mesmo tempo minha cabeça doía. Era corajosa, mas até estava sentindo um pouco de medo. Não sei medo de que. Acho que de me perder nesse labirinto e nunca mais achar a saída.

Mas tinha. Havia saída. Tudo se resolveria. Menos a minha dor de cabeça, que parecia incessante. Cheguei a pensar que tudo era invenção dessa minha cabecinha. Ela estava doendo só para eu lembrar que ela existia. Só poderia ser isso. Meu cérebro deveria estar mandando uma mensagem: “Me use, me use, me use...”. Resolvi então, seguir as suas ordens. Utilizei-o, talvez pela primeira vez de uma forma útil.

Raciocinei. Como foi bom. Cheguei a me sentir aliviada, pois a dor e o incômodo haviam passado. Porém, percebi que não era apenas a dor que havia chegado ao fim. Notei que tudo estava calmo, em perfeita harmonia.

Decidi: resolvi sorrir. Era bem melhor do que chorar. Pelo menos não enrugava a minha face.

Olhei-me no espelho e vi que meu sorriso iluminava. Meus olhos também. Senti-me leve. Quase voei. Nesse quase vôo, quase caí. Fiquei otimista: a vida tem seus obstáculos, mas é isso que emociona.

Não demorei muito a perceber que era como um labirinto. Complicado, mas com saída. A gente sofre, mas quando encontra a luz no fim do túnel, é só alegria.

O Labirinto é a adolescência, que faz os jovens se perderem dentro de si mesmos. A emoção de superá-lo é a vida, que faz o sofrimento valer a pena. A luz no fim do túnel é a maturidade, a vida adulta. È o momento no qual até parecemos caretas. È quando rimos de nossos filhos, que acabam de se perder naquele mesmo e famoso labirinto chamado juventude.


Perto.... por...Elizabeth eifert



Perto de você fiquei tão perto
Que quase ocupei o mesmo espaço.

De tão intenso foi tão fugaz

Como fogo...
Deixou um rastro em minhas
Entranhas.

Espalhou-se em um segundo
Quando era para ser primeiro
E único.

Foi tão intenso
Que virou do avesso

Foi tão sentimento
Que dispensou palavras

Foi tão tudo
Que o nada desapareceu

Foi tão tanto
Que nem sei quanto

Foi tão meu
Que superou o eu

Foi tão tão
Que não sei
Por que não.

Primeiro Encontro...por...Elizabeth Eifert

A mão transpira. O coração palpita. A calça aperta. A gola sufoca. A gravata estrangula. A perna treme. O olho pisca sem parar. A veia esquenta. O cabelo incomoda a testa. O joelho dói em câimbras. O nariz escorre. A pele comicha. A boca formiga. A unha quebra. O peito arde. O estômago reclama. O pulmão falha. O ouvido fecha. O cérebro bloqueia. O pescoço arrepia. A bochecha esquenta. A testa enruga. O sapato incomoda. A meia escorrega. O dente range. A língua passeia. A garganta fica seca. A voz não sai. O sorriso amarela. A cabeça pesa. Os pêlos se ouriçam. A pressão despenca. A sobrancelha se ergue. O olhar se fixa. O pensamento se perde. A idéia se confunde. O pé tropeça. O chão falta. O ar pesa. A fome se vai. A sede maltrata. Ele chega. Você não sente mais nada além da vontade de sentir tudo.
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